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Veja no post a seguir as regras que precisam ser seguidas para a correta escolha de embalagens para produtos alimentícios.

Com saúde não se brinca, não é? Justamente por isso é que embalagens e qualquer outro material que tenha contato com alimentos são regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece regras para garantir o uso seguro destes produtos que têm contato com alimentos.

Além de estabelecer que é responsabilidade da Anvisa fiscalizar alimentos e embalagens, o artigo 8º da Lei nº 9.782/1999 também determina que espaço físico, tecnologias, equipamentos, ambientes e todo o processo envolvido na produção de bens e produtos, incluindo o destino dos resíduos, estão sob controle e fiscalização da Agência. Quem desrespeita as normas da Anvisa sofre sanções, como a apreensão de produtos e multas, que podem ser bem altas.

Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

 

Boas práticas no setor alimentício

As regras da Anvisa tem por objetivo promover a saúde pública. Por isso, o órgão é responsável pela regulamentação e monitoramento de toda a cadeia da produção de alimentos. Para garantir e manutenção de um negócio é obrigatório que as normas da vigilância sanitária sejam respeitadas.

A regulamentação relacionada às embalagens envolve tanto as embalagens quanto os materiais que têm contato direto com alimentos, desde sua fabricação até a venda para o consumidor final. Com isso, eles estarão protegidos contra qualquer tipo de contaminação ou adulteração.

Todos os equipamentos usados para elaborar, fracionar, armazenar e comercializar alimentos, tais como máquinas, utensílios, recipientes e outros, também estão sujeitos à regulamentação da Anvisa.

Qualquer empresa fabricante de embalagens que terão contato direto com alimentos precisa ter a devida licença do órgão de vigilância sanitária. Em geral, as embalagens não precisam ter registro na Anvisa, mas isso não as isenta de cumprir as exigências determinadas nos regulamentos técnicos. Exemplo: embalagens resultantes de novas tecnologias, como as embalagens de PET recicladas, necessitam de registro prévio para que sejam comercializadas.

As diretrizes com relação ao licenciamento de empresas, regulamentação técnica e isenção ou obrigatoriedade de registro são válidas para embalagens nacionais e importadas.

 

Segurança de alimentos

O termo “segurança de alimentos” define o conjunto de regras que visam garantir a integridade física e a saúde do consumidor. Ela é resultado do controle de cada etapa do processo produtivo da indústria de alimentos, desde o plantio até a mesa do consumidor final.

Portanto, são compreendidos como alimentos seguros para o consumo aqueles obtidos, transformados, transportados, conservados, preparados e expostos à venda em condições que não apresentem riscos à saúde dos consumidores. Isso inclui, logicamente, os tipos de embalagem utilizados para acondicioná-los.

 

Perigos alimentares

A contaminação de alimentos pode ser de três maneiras: biológica, física ou química:

 

*Perigo biológico: quando o alimento é infectado por microrganismos, como parasitas, vírus ou bactérias, e é causado pela manipulação inadequada dos produtos alimentícios. É o que apresenta maior risco à saúde.

 

*Perigo físico: quando o alimento sofreu contaminação por corpos estranhos, como cabelo, insetos, metais, plásticos etc. Esse risco pode ser evitado com a adoção de medidas básicas de segurança, como a utilização de detectores de metal, manutenção preventiva nos equipamentos e capacitação de quem manipula os alimentos.

 

*Perigo químico: quando ocorre contaminação de origem química. Pode ser de origem natural ou através da adição de contaminantes químicos no processo de fabricação dos alimentos. Exemplo: resíduos de antibióticos em carnes ou de agrotóxicos em vegetais, restos de detergentes ou desinfetantes em equipamentos mal enxaguados etc. 

 

A presença de elementos químicos nocivos em níveis elevados está relacionada a casos graves de infecções alimentares. Em níveis reduzidos provoca doenças crônicas

 

Embalagens certas aumentam a validade dos produtos

A embalagem de um produto alimentício é importantíssima para garantir a sua conservação e durabilidade, já que é ela que protege o alimento de contaminações por microrganismos, insetos, plástico e outros materiais que podem prejudicar a integridade do produto.

 

Ou seja, o principal objetivo da embalagem – tanto a normal quanto a embalagem a vácuo – é garantir a segurança dos alimentos. Mas, além disso, ela cumpre ainda o papel de informar o consumidor sobre o produto (ingredientes, tabela nutricional, modo de preparo etc.) e também é uma forma de valorização do produto. Uma embalagem bonita sempre irá se destacar e atrair a atenção dos consumidores. 

 

Outra questão importante nos dias de hoje é a sustentabilidade. Há muitos tipos de embalagens compostas por materiais recicláveis e isso também agrega valor ao produto perante os consumidores.

 

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